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App da vez: 2faces

2faces_bannerHoje a minha recomendação vai para um app de edição de foto que definitivamente não começa com “insta” ou termina com “gram”. O 2faces está disponível na Apple Store e permite que usuários editem fotos adicionando acessórios às imagens e as deixando com um jeitinho bem cartoon.

Por exemplo, você pode pegar aquela fotinho gracinha que você tirou com o seu namorado e incluir óculos de corações em vocês, talvez uma peruca black power bem estilosa e quem sabe um cachecol da Grifinória. Dá pra fazer isso com seu irmão querido também, e transformá-lo em uma Carmen Miranda de bigode. É só usar a imaginação.

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E por que eu gostei tanto desse aplicativo? Porque eu ajudei a montá-lo, uai! hahaha

Brincadeiras e jabás a parte, não posso negar que estou me divertindo bastante com ele. E tenho que admitir que é muito mais original colocar bigodes nas selfies que tiro com meus amiguinhos do que tentar melhorá-las usando os filtros do Instagram.

A versão free do 2faces conta com mais de 70 acessórios diferentes e está disponível para iPhone, iPod e iPad aqui. Ele também vem na versão premium e, por $0.99, você dobra o número de acessórios (agora mais de 140).

 >> beijo grande para o lindo do meu irmão que desenvolveu o aplicativo e que um dia vai ficar rico e me sustentar. Também pra minha mãe que ficou meses desenhando todos os acessórios (e ainda continua, porque logo logo tem mais perucas, chapéus e outros badulaques no app)

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Top 5 Publicidades da Copa

A um passo do início da Copa do Mundo, é quase impossível não navegar na internet ou ligar a TV sem ao menos ver uma publicidade relacionada ao maior evento esportivo do mundo. Marcas de todos os tipos, patrocinadoras ou não da Copa, em meio a tantas comunicações, tentam se destacar e se diferenciar das demais.

Confira a seguir as marcas que, na minha opinião, conquistaram seu lugar ao sol e estão na disputa pela Taça do Mundo da comunicação.

O Último Jogo | Nike

O curta é da marca que mais rouba a atenção na Copa do Mundo, mesmo não sendo a patrocinadora oficial dos jogos (que na verdade é a Adidas). A Nike lançou hoje a animação “O Último Jogo” que conta com talentos do futebol como Cristiano Ronaldo, Neymar, Davi Luiz, Iniesta e o Ronaldo Fenômeno competindo com atletas robóticos que em um futuro não muito distante conseguem prever todas as jogadas e mudam a história do futebol. Isso tudo para provar que “não há risco maior do que jogar sem arriscar”.

 

Nos esforçamos como vocês | Moviestar

Depois de sentir o gostinho da vitória, em 2010, o time da Espanha rouba a atenção nos espaços publicitários com um anúncio que exalta a humildade no lugar do sentimento de triunfo. No vídeo, a operadora de celulares Movistar disfarça alguns jogadores espanhóis como Iniesta, Pepe e Alonso, para trabalharem em funções nada comuns para eles, como em uma cozinha, com uma equipe de jardinagem, em uma pré escola e em um asilo. A ação é também uma homenagem aos quase 50 milhões de espanhóis que a cada dia lutam para alcançar grandes vitórias em suas vidas.

 

O jogo antes do jogo | Beats

Aos som de Jungle (com Jamie N Commons + X Ambassadors), o comercial da fabricantes de fones de ouvido intercala conselhos do pai de Neymar, antes do filho entrar em campo, com imagens relacionadas a crenças e ritos. Além disso, outros jogadores como Bastian Schweinsteiger e Fàbregas, além de Nicki Minaj e Serena Williams, também aparecem na propaganda. Ponto pra Beats e pra música do vídeo, que eu não consigo parar de escutar.

 

A Copa de todos | Coca-cola

Nossos amigos argentinos dão um banho em muitas propagandas da Copa do Mundo ao comparar a vida de um argentino com uma partida de futebol. A idéia é da Coca-Cola que utiliza ótimas metáforas relacionada a vida, nascimento, infância, paixão, maturidade e envelhecimento com um jogo da seleção de futebol argentina. O vídeo não é nada clichê e a marca consegue utilizar a narrativa da vida a seu favor. Marcou um golaço.

 

GOL! | MacDonald`s

É claro que a marca das batatas fritas mais famosas do mundo não poderia ficar de fora dessa. O MacDonald`s apostou no futebol de rua para um de seus comerciais da Copa do Mundo, chamado GOL!. Junto ao filme, a marca também aproveita para lançar seu mais novo app de iPhone e Android, onde usuários poderão treinar suas habilidades “futebolísticas”, além de dar um novo visual para as caixas de batatinhas. Desde maio elas estão decoradas com 12 diferentes ilustrações inspiradas na Copa e feitas por artistas de diversos países, entre eles o Eduardo Kobra, responsável pelos grafites mais bonitos da cidade de São Paulo. Isso que é unir o útil ao agradável.

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App da vez: 1 Second Everyday

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Já imaginou como seria poder olhar para trás e rever os momentos mais importantes de cada dia de sua vida? E que tal se você fizesse isso por meio de um vídeo, que compila imagens de um “oizinho” dos seus amigos, um jantar de Natal com sua família, os primeiros passos do seu filho? Isso já é possível com o aplicativo 1 Second Everyday (disponível para iPhone e Android).

Por meio de gravações diárias de apenas 1 segundo, esse aplicativo é capaz de retratar momentos, meses e até anos da sua vida. Quer dizer, não é sensacional pensar que depois de 10 anos de registro você terá um vídeo de 1 hora contando a história de uma década de sua vida?

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É bem facinho usar o aplicativo. Você pode gravar vídeos (de quanto tempo quiser) em seu celular e, ao abrir o app, ele mostra um calendário e indica em amarelo os dias que você tem gravações. Então é só escolher o vídeo que quer usar, recortar o seu momento favorito e prontinho. Também é possível ativar até 5 lembretes por dia para as filmagens e sincronizá-lo com o iCloud ou Google Drive, o que é uma bela precaução caso você perca seu celular.

Comecei a usar o aplicativo ontem, e o que já me chama atenção é imaginar que a junção de vários segundo podem, no futuro, ser capaz de contar a história da sua vida. Legal, não é? Para os que assim como eu adoram xeretar e descobrir novos apps, esse é um que vale a pena.

 

Para os curiosos:

# Esse app foi bancado pelos participantes do Kickstarter (site para ideias inovadoras sairem do papel por meio de financiamento coletivo). No começo, o idealizador pediu U$20 mil para criá-lo. Mas acabou que ele conseguiu arrecadar quase U$57 mil, e contou com 11.281 financiadores.

# O criador do aplicativo se chama Cesar Kuriyama e foi durante 1 ano de “folga do trabalho” que ele teve a ideia de criá-lo. Você pode saber mais sobre a história do Cesar em um TED gravado em 2012.

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Pinterest: desde 2010 te ajudando a construir coleções sem mofo

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Ele funciona quase que como um antigo mural de fotos, onde você pode salvar suas imagens favoritas, organizando-as em pastas divididas por temas. É também umas das redes sociais que mais cresce no mundo e no Brasil. Aqui já ultrapassou a marca dos 350 mil usuários, em sua grande maioria mulheres.

Pessoalmente, acho que o Pinterest é o refúgio perfeito para os colecionadores. Quem é que não se lembra das fofas coleções de papéis de carta? E dos famosos tazos da Elma Chips? Para não falar de figurinhas da copa, gibis da Mônica, posters dos Backstreet Boys, garrafinhas da Coca-Cola e os inesquecíveis mini craques.

E é junto dessas lembranças da minha infância que vejo que a plataforma tem potencial. Para mim ela é um grande painel para que jovens dos anos 80 e 90 supram esse vazio de colecionar alguma coisa. Mas agora de um jeitinho muito mais moderno, simples e cheio de design.

A propósito, ser uma rede social nunca foi o forte do Pinterest, não é mesmo? Quem se importa em curtir ou comentar as fotos nos painéis dos amigos? O negócio aqui é colecionar. O fato das noivas conseguirem organizar seus vestidos favoritos, das mamães guardarem fotos das receitas, dos moderninhos decidirem dentre inúmeras inspirações qual será a próxima tatuagem que irão fazer.

Já, algumas instituições surpreenderam os próprios idealizadores do Pinterest com soluções inteligentes para as suas coleções. Museus criaram perfis para expor suas obras, como foi o caso do MET, em NY e do Natural History Museum, em Londres. Há cases de Bibliotecas, como a Pública de NY, que além de catalogar seu acervo de livros pela imagem das capas, também dá aos interessados a chance de participarem de iniciativas de transcrições históricas, disponibilizando fotos das páginas dos livros nos painéis.

Contudo, acredito que ainda temos muito a aprender com o Pinterest. Para os que assim como eu, respiram comunicação, explorá-lo em busca de novas oportunidades de mercado é algo a se fazer. Quem sabe nós evitamos que as coleções das empresas em que atuamos não mofem como meus papéis de carta ou se acumulem como as caixas de gibis que tenho em meu porão.

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Tudo bem ser bobo na internet

Um gatinho com mais de 4 milhões de views cantando We Built this City, da banda Starship, e um pônei cabeludo fazendo moonwalk, com mais de 8 milhões de views, estão ai para nos mostrar que as marcas podem ser bobas na internet.

As campanhas #SingItKitty e #DancePonyDance da empresa de telefonia britânica Thee conseguiram a façanha de viralizar, em menos de 3 dias, os vídeos que subiram no YouTube. O segredo? Compartilhar diversão, mesmo que ela seja por meio de um vídeo tonto.

É isso mesmo. A marca afirma que, melhor do que anunciar ofertas de celulares, é criar peças de comunicação que chamem a atenção dos seus consumidores para os fazerem felizes a ponto de que quererem dividi-las com seus amigos. Mais do que vender produtos, a Three quer emocionar e, ao mesmo tempo, construir relacionamentos.

Mas nada acontece por acaso. Algumas pesquisas revelaram que os ingleses publicam na internet mais fotos dos seus gatos (3,8 milhões) do que fotos deles mesmos, as famosas “selfies” (1,4 milhão). Além disso, mais de 350 mil pessoas no Reino Unido tem contas de seus felinos nas redes sociais. A Three com certeza sabia onde estava pisando.

Vejo que o comportamento online do consumidor é um campo que ainda está sendo explorado. Contudo, em meio a muitas incertezas, o impacto emocional das marcas na vida das pessoas é algo que vem mostrando bons resultados. Não só por meio de gatinhos fofos e pôneis dançarinos, mas também histórias de pessoas reais e sentimentos genuínos, por mais bobos que eles sejam.