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Cinemark revive clássicos de Hollywood a partir dessa semana

O Cinemark fecha o mês de maio com novidades para os amantes de clássicos do cinema. Sucessos como a “Bonequinha de Luxo”, “Laranja Mecânica” e “Pulp Fiction” serão revividos em algumas salas da rede americana de cinemas, te ajudando a matar a saudade de alguns dos longas que marcaram gerações. E tudo isso em alta definição.

Vale ficar atento ao calendário de filmes, que terão dias específicos para as sessões. Toda as transmissões acontecerão aos sábados, à meia-noite; domingo, às 12h30 e quarta-feira, às 19h30. O valor do ingresso será R$14 ou R$7 meia entrada, e poderão ser adquiridos na bilheteria ou no site www.cinemark.com.br.

Confira a seguir a agenda dos filmes, datas das sessões e uma breve resenha de cada um deles, além da lista de cinemas nos quais os longas serão transmitidos.

Taxi Driver

Em cartaz nos dias 31 de maio, 1 e 4 de junho

Dirigido por Martin Scorsese e estrelado por Robert De Niro, o filme se passa em Nova York e conta a história de um veterano da Guerra do Vietña que começa a trabalhar como motorista de taxi no turno na noite. Com o passar o tempo, e depois de presenciar muitas cenas de violência, miséria e prostituição, o personagem de De Niro passa de indignado a revoltado com tudo o que vê. Daí em diante, a vida do personagem Travis só vai “degringolando”. Esse filme não é considerado um clássico a toa e, graças a ele, Robert De Niro e Jodie Foster (com apenas 12 anos) ganharam fama em Hollywood. Para os amantes de filmes policiais com um pitada, ou melhor, um balde de drama, assistir Taxi Driver é um prato cheio.

 

Pulp Fiction

Em cartaz nos dias 7, 8 e 11 de junho

Considerado uma das obras primas de Quentin Tarantino, o filme conta com um batalhão de atores de peso como Samuel L. Jackson, John Travolta, Bruce Willis e a queridinha do diretor, Uma Thurman. É até difícil descrever o filme de tão complexa que a história vai sendo contata, mas diria que ele é uma mistura de violência, sangue “a la Taratino“, cultura pop, diálogos irônicos e também muito inteligentes. O filme narra três histórias, sendo a primeira sobre dois assassinos profissionais chefiados por um gângster; a segunda sobre um pugilista pago para perder suas lutas e por último a história de um casal que assalta um restaurante nos anos 90 em Los Angeles. Se estiver em São Paulo, sugiro que assim que terminar o filme dê uma passadinha na hamburgueria Big Kahuna, na Alameda Lorena, e peça um Bad Mother Fucker. Vai por mim, esse sanduba vai fechar o seu dia com chave de ouro!

 

Laranja Mecânica

Em cartaz nos dias 14, 15 e 18 de junho

Confesso que a  primeira vez que assisti esse filme tinha uns 12 anos. Além de não ter entendido bulhufas, fiquei morrendo de medo do protagonista chamado Alex (interpretado por Malcolm McDowell). Depois de uns anos, quando assisti novamente o filme e tudo ficou mais claro para mim, percebi que o Alex é definitivamente um jovem perturbado que continua me dando horror. O filme se passa no futuro, e conta a história de uma gangue que aterroriza todos que cruzam com ela. Em um certo momento, o líder da gangue (o perturbado) é preso, e passa por uma “lavagem cerebral” para poder voltar a viver em sociedade. Pessoas que gostam de treinar seus conhecimentos de psicanálise e estudar o comportamento do personagem costumam adorar o filme. Já eu não gosto tanto assim.

 

Os Embalos de Sábado à Noite

Em cartaz nos dias 21, 22 e 25 de junho

Você nunca entendeu de onde os tiozões tiraram a ideia de usar nas festas a fantasia calças pantalonas , sapato plataforma e dançar com uma mão na cintura e a outra apontando pra baixo e pra cima? Pronto, apresento a vocês “Os Embalos de Sábado à Noite”! Brincadeiras a parte, o filme ultrapassou o limite da telona e marcou a época Disco, com uma dança emblemática e trilha sonôra icônica (quem nunca dançou Staying Alive ao som de Bee Gees que jogue a primeira pedra). John Travolta é Tony Manero que arrasa nas pistas de dança aos finais de semana. O filme retrata a vida de um jovem americano que usa a boate, drogas e diversão com os amigos como um escape para esquecer da dura realidade da vida e da falta de perspectiva para o futuro.

 

Grease

Em cartaz nos dias 28 e 29 de junho e 2 de julho

Já deu pra notar que o John Travolta está com tudo nessa seleção de clássicos. No musical Grease, ele interpreta Danny Zuko, um bad boy, líder de um grupo de amigos que se auto-intitulavam T-Birds e que estava prestes a se formar no ensino médico. Durante suas férias, Danny conhece a Sandy (Olívia Newton John) e vive um romance de verão todo meloso até que, ao retornar para as aulas, tem uma grande surpresa. Sandy que deveria estar na Austrália muda de planos e se matricula na mesma escola em que John, ou melhor Danny, estuda. Assim como todo o musical, Grease é muito alegre e cativante, daqueles que me deixa cantando músicas felizinhas por uma semana no chuveiro. Para os que gostam da trilha sonora, “Sumer Nights“, “Hopelessly Devoted to You” e “You’re the One that I Want” são as minhas favoritas.

 

Bonequinha de Luxo

Em cartaz nos dias 5, 6 e 9 de julho

Sou até suspeita de fazer essa resenha. Audrey Hepburn, por suas interpretações e história de vida, é na minha opinião umas das melhores atrizes de todos os tempos. Já o filme “Breakfast at Tiffany’s” (nome em inglês do longa) ocupa com certeza uma das posições do meu Top 5. Ele é uma comédia romântica que conta a história de Holly Golightly, uma acompanhante de luxo que mora em um apartamento em Nova York e tem como meta da sua vida casar com um milionário. Todas as manhãs, Holly toma seu café da manhã em frente a vitrine da loja de jóias Tiffany`s, o que reforça que a personagem é apaixonada por luxo mas não tem condições de viver na riqueza. Contudo, ela fica contrariada ao conhecer Paul (George Peppard), um escritor que não tem dinheiro e por quem se apaixona perdidamente. O filme conta a história de uma jovem ambiciona, carismática e despreocupada, que reluta em se entregar ao amor para não contrariar seu objetivo de ser rica um dia.

Cidades e cinemas em que os filmes serão exibidos.

  • São Paulo: Market Place, Villa Lobos, Eldorado, Iguatemi, Cidade Jardim, Pátio Paulista, Pátio Higienópolis, Metrô Santa Cruz e Central Plaza
  • São Caetano: Park Shopping
  • Barueri: Shopping Tamboré
  • Campinas: Campinas Iguatemi
  • Rio de Janeiro: Village Mall, Botafogo, DownTown
  • Niterói: Plaza Shopping Niterói
  • Aracajú: Shopping Jardins
  • Belo Horizonte: Patio Savassi, Diamond Mall, BH Shopping
  • Brasília: Píer 21, Iguatemi Brasilia
  • Campo Grande: Campo Grande
  • Curitiba: Park Shopping Barigui, Shopping Mueller
  • Florianópolis: Floripa Shopping
  • Vitória: Shopping Vitoria
  • Natal: Midway Mall Shopping
  • Porto Alegre: Barra Shopping Sul
  • Recife: Riomar
  • Salvador: Shopping Salvador

E ainda tem mais. O Cinemark promete para o segundo semestre mais sessões de clássicos, agora com: O Poderoso Chefão, Forrest Gump, Império do Sol, História Sem Fim, Quanto Mais Quente Melhor e Lawrence da Arábia.

Só faltou Flashdance, O Clube dos Cinco e  Dirty Dancing aqui, não acham?

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Café com pipoca: os 8 filmes que já me fizeram chorar

Na minha opinião, bons filmes não são somente aqueles com os melhores efeitos visuais, atores renomados, excelente fotografia e trilha sonora. Apesar disso ajudar (e muito), há filmes que ganham minha admiração apenas por conseguir roubar minhas lágrimas. Confesso que não sou uma pessoa muito chorona, mas bons roteiros e histórias emocionantes me fazem gastar bastante lencinhos.

Preparei para vocês hoje uma lista dos meus filmes emocionantes prediletos. Faça uma pipoca, pegue sua caixa de lenços e venha conhecer algumas das histórias que já me fizeram chorar e provavelmente farão o mesmo com você. Mas vou já avisando que o texto possui spoilers. Então espero não comprometer a choradeira de vocês.

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P.S. I love you (P.S. Eu te amo)

Me lembro até hoje do dia que assisti esse filme, por que estava no cinema com meu irmão. Eu chorava horrores. Ele reclamava por que tinha acabado a pipoca. Pude concluir que alguns homens são insensíveis mesmo. Voltando ao filme, na minha opinião a protagonista Holly, interpretada por Hilary Swank, dá um toque especial a produção. Eu já gosto bastante da Hilary como atriz, mas a Holly é única, maluca, linda, escandalosa e inteligente. Ela é casada com um irlandês, interpretado por Gerard Butler, que morre de uma doença trágica. Ao longo do filme, Holly descobre que Gerry, seu falecido marido, deixou uma série de cartas que irão ajudá-la a superar essa perda. A partir dai é só choro, se prepare.

 

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Bridges of Madison Country (As pontes de Madison)

Em geral, os filmes de Clint Eastwood são tristes e cheios de drama. Ele consegue fazer com que histórias cotidianas tenham um desfecho simples e ao mesmo tempo inesquecíveis. Eu assisti As pontes de Madison já com essa expectativa. Também poderia ficar horas vendo a Meryl Streep interpretar. Ela é a minha atriz favorita e neste filme faz o papel de Francesca, uma imigrante italiana e dona de casa acomodada com a vida em sua fazenda. Então ela conhece Robert, interpretado por Clint. Ele é tudo que ela sempre quis e não sabia: um viajante que já passou por lugares exóticos do mundo e que vai até a sua cidade tirar fotos das pontes de Madison. Francesca abraça essa oportunidade e eles passam a trocar confidências e se apaixonam. E, apesar disso parecer uma eternidade, acontece em apenas 4 dias, pois Francesca é uma mulher casada e mãe de dois filhos. A renúncia ao amor da sua vida e dedicação à familia é o que fazem de Meryl a grande protagonista desse filme e também responsável por minhas lágrimas.

 

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UP! Altas Aventuras

Depois de assistir a essa animação da Pixar, tive certeza que Paradise Falls deveria entrar para a lista de lugares que quero visitar um dia (e ele existe sim!). Quando você conhece o Carl Fredricksen, um senhor mal-humorado e reclamão, não imagina que ele e sua esposa passaram sua infância, juventude e vida adulta fazendo planos de viver uma grande aventura. Com o passar do tempo, você descobre também que infelizmente esse sonho não pode ser realizado. Depois que Ellie diz adeus ao Carl (e você chora um montão achando que o mundo não faz mais sentido), surge a grande oportunidade desse rabugento realizar os sonhos que construiu com a sua amada esposa. E tudo isso a bordo de uma casa que voa com balões, um escoteiro gordinho e um cachorro que fala! Ai depois é só alegria.

 

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Les Misérables (Os miseráveis)

O filme é uma adaptação da famosa obra Os Miseráveis, escrita por Victor Hugo e publicada em 1862. A história é baseada na vida do personagem Jean Valjean, ex prisioneiro durante a revolução Francesa, mas as lágrimas vem mesmo quando Anne Hathaway canta “I dremead a dream”. A atriz interpreta a personagem Fantine e, apesar das curtas aparições, eu não consegui deixar de me emocionar com sua história. Especialmente durante a cena em que ela canta, tudo é interpretado com muita sinceridade e você até consegue sentir o desespero da personagem, que não encontra mais esperanças para viver. Já assisti o filme três vezes e, sempre retorno a parte da música para escutá-la mais uma vez.

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The Notebook (O diário de uma paixão)

Um dos filmes românticos mais queridos da última década, o “Diário de uma paixão” foi baseado em um livro de Nicholas Sparks e me fez chorar do começo ao fim. O roteiro se intercala entre duas histórias. A primeira conta o romance conturbado vivido por dois jovens na década de 1940 e a segunda mostra um casal de idosos lutando para ficarem juntos apesar das adversidades. Para as solteiras, além das lágrimas que vão rolar ao longo do filme, preparem-se para chorar também pelo protagonista Noha, interpretado por Ryan Gosling, por que ele é uma graça mas já tem namorada.

 

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Cinema Paradiso

Uma prova de não é só Holywood que pode fazê-lo chorar é assistir Cinema Paradiso. Esse filme italiano de 1988 foi dirigido por Giuseppe Tornatore e é merecedor do prêmio de maior gastador de caixas de lencinho. O filme conta a história de Salvatore, interpretado por Marco Leonardi, que volta para sua terra natal quando descobre que um amigo de infância faleceu. Esse amigo, papel de Phillippe Lioret, é na verdade o projetista do Cinema Paradiso e quase que um conselheiro de “Totó”, apelido de Salvatore quando criança. Em uma cena do filme, o projetista diz que é preciso ficar muitos anos longe da sua origem para conseguir reconhecê-la e, assim, sentir o que é nostalgia. Essa frase resume todo o enredo, mas somente na cena final (na minha opinião a mais emocionante do filme) é que você consegue entendê-la em sua totalidade.

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Schindler`s List (A lista de Schindler)

Dirigido por Steven Spielberg, esse filme conta a história de Oskar Schindles, um executivo alemão que salvou a vida de milhares de refugiados durante o holocausto. Tenho que confessar que a história é muito triste do começo ao fim, mas a cena da garotinha vestindo um casaco vermelho e a subsequente imagem do que aconteceu com ela deixou meu coração em frangalhos. Com toda certeza esse foi o filme mais triste que já vi na vida. Eu não aguentaria assisti-lo novamente.

 

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Toy Story 3

Eu cresci assistindo Toy Story e acompanhando as histórias dos brinquedos que simbolizavam a minha infância. Além disso, quando o primeiro filme foi lançado, eu tinha quase a mesma idade do personagem Andy, o que fazia tudo parecer ainda mais real na época. Quando você chega a juventude, onde brincar não é mais uma realidade, assistir a terceira e última parte desse filme é perceber que algo que fazia tanto sentido para você há alguns anos não passa agora de uma agradável memória. No Toy Story 3 você cresce junto com o Andy e o sentimento de nostalgia em relação a infância é o que faz desse filme mais emocionante que os dois primeiros.


E você, quais filmes já roubaram suas lágrimas? Compartilhem suas sugestões aqui nos comentários.